24 de setembro de 2010

“Vamos deixar para sofrer pelo que é realmente trágico, e não por aquilo que é apenas um incômodo, senão fica impraticável atravessar os dias.”



É.

18 de setembro de 2010

- Tu tá feliz?
- Porque?
- Curiosidade. Mas, responde, tu tá feliz?
- Tô, claro que tô feliz. Porque não estaria?
- Tu não é feliz.
- Porque tá dizendo isso? Não sou uma das pessoas mais alegres que tu conhece?
- Tu sempre sorri. Sempre tem uma canção na ponta da língua.
- Então, sou contente...
- Verdade. Ri de tudo. Mas, quando acha que não está sendo observada fica pensativa.
- Eu penso demais. Isso não significa nada. Eu sou feliz e ponto final.
- É. Até pode ser. Mas, são seus olhos.
- O que tem eles?
- Seus olhos. Eles não brilham mais.

13 de setembro de 2010

O coração também tem dor de barriga.

5 de setembro de 2010

Tornei-me passiva. Não falo mais aquelas coisas que tu diz doer. Parei. Tu faz o que quiser e eu faço o que tu quiser.


"Então, eis a minha única curiosidade: você às vezes pensa nisso, como eu penso? Com um suave aperto no coração?

Fernanda Young

3 de setembro de 2010

"Porque talvez esse seja o único remédio quado ameaça doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão rídiculo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada."


Caio F.

2 de setembro de 2010

“Nós vamos nos ver, nós vamos conversar, sair juntos, provavelmente nos tocar — e de repente tudo pode realmente ser. Ou não. Mas de jeito nenhum quero, sei lá, ser irresponsável ou não medir as conseqüências dum negócio que pode ser muito sério. Já não sou o mesmo, como você também não é. Endureci um pouco, desacreditei muito das coisas, sobretudo das pessoas e suas boas intenções.”

- Caio Fernando Abreu.

5 de agosto de 2010

"Hoje existir me dói feito uma bofetada."